Smartcoins as moedas inteligentes

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Você já ouviu falar em smartcoins? O termo, que em inglês significa “moedas inteligentes”, refere-se a uma das oito classes tradicionais de criptoativos, junto das sete categorias a seguir:

  • Criptomoedas;
  • Stablecoins;
  • Finanças Descentralizadas (DeFi);
  • Tokens de Exchanges;
  • Web3;
  • NFTs;
  • Ativos de privacidade

Todos esses criptoativos possuem características em comum, como a descentralização e o registro em plataformas como a blockchain, mas cada um apresenta utilidades específicas – e é nessas funções que está concentrado todo o seu potencial de valorização.

As smartcoins são os criptoativos vinculados diretamente às plataformas de contratos inteligentes. O melhor exemplo é a rede do Ethereum, que permite a execução de diversas aplicações em sua blockchain, entre elas esse tipo de contrato.

Os contratos inteligentes são protocolos digitais que permitem que acordos tradicionais sejam firmados no meio digital. Isso não quer dizer que eles sejam apenas uma maneira mais “moderninha” de celebrar um contrato assinado em papel, como acontece com as assinaturas eletrônicas.

Na realidade, os smart contracts apresentam três características que já estão revolucionando a realização de tratos entre partes:

  • Impossibilidade de adulteração: registrados na blockchain, os contratos não podem ser modificados;
  • Não estão sujeitos a erros interpretativos: celebrados em linguagem digital, eles não carecem de uma avaliação por autoridades judiciais;
  • São auto executáveis: o próprio protocolo trata de realizar as ações e sanções cabíveis ao contrato, o que inviabiliza descumprimentos e disputas diante do trato.

No momento, esse tipo de contrato é utilizado, principalmente, no mercado financeiro, especialmente em transações de câmbio, leilões e criptomoedas. Áreas de vendas e também de recursos humanos também já olham com carinho para os protocolos: o Facebook, por exemplo, tem usado smart contracts ao empregar novos funcionários.

Por que as smartcoins podem ser a nova classe de criptomoedas a explodir

Em primeiro lugar, elas são negociadas hoje a valores irrisórios se comparadas aos colossos do universo cripto, como o Bitcoin. Se um bitcoin hoje vale mais de US$ 60 mil, imagine o enorme ganho de capitalização necessário para ele dobrar de valor, por exemplo? Não que ele tenha deixado de ser um bom investimento, mas a possibilidade de ficar milionário no curto prazo praticamente já não existe.

No caso das smartcoins, cotadas em centavos, esse movimento de ganho ainda está começando. É como se você tivesse uma nova oportunidade de comprar bitcoin 10 anos atrás.

Outro ponto interessante é o potencial disruptivo dessa tecnologia. As smartcoins, mais do que uma criptomoeda, permitem a execução de serviços em seu protocolo, com destaque para a elaboração de contratos digitais. O sistema da Ethereum já faz isso hoje, mas de forma mais cara e menos eficiente.

Esse potencial de elaborar contratos que podem ser usados em todo o mundo e verificados digitalmente é um claro fundamento sólido para apostar uma pequena parte do patrimônio nesses protocolos, que podem em breve estar difundidos para qualquer tipo de acordo em todo o mundo.

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