Hackers que roubaram R$ 1,5 bilhão da KuCoin foram descobertos

Hackers que roubaram R$ 1,5 bilhão da KuCoin foram descobertos

A exchange KuCoin anunciou neste fim de semana que identificou os responsáveis por trás do ataque à sua plataforma no final de setembro.

Quem deu a notícia foi Johnny Liu, CEO da exchange. Liu postou uma mensagem em sua conta no Twitter no sábado (3).

“Uma atualização rápida desde minha última transmissão ao vivo em 30 de setembro. Após uma investigação completa, encontramos os suspeitos do Incidente de Segurança 9.26 na KuCoin com provas substanciais em mãos. Os encarregados da aplicação da lei e a polícia estão oficialmente envolvidos para agir”, afirmou.

Em outra mensagem, Liu falou sobre os valores recuperados até o momento.

“Com grande apoio de nossos parceiros da indústria, outros US$ 64 milhões (R$ 364 milhões) em ativos estão agora fora do controle dos endereços suspeitos. Foram recuperados US$ 204 milhões (R$ 1,1 bilhão) desde 1º de outubro”, disse.

Por fim, Liu falou sobre a volta das operações da exchange. Segundo ele, cerca de 31 criptoativos já tiveram suas negociações restabelecidas.

“A KuCoin está voltando a funcionar totalmente. Minha equipe e eu continuaremos a fazer o nosso melhor para compensar o impacto do incidente. A partir de agora, um total de 31 tokens abriram serviços de depósito e retirada. Mais tokens incluindo BTC, ETH e USDT, serão reabertos.”

Entenda o caso

Como relatado pelo CriptoFácil, a KuCoin foi vítima de um ataque na segunda-feira, 28 de setembro. Na ocasião, US$ 150 milhões (R$ 800 milhões) tinham sido desviados.

No entanto, as perdas foram maiores. No total, a KuCoin perdeu cerca de US$ 279 milhões (R$ 1,5 bilhão) em criptomoedas. Alguns desses fundos sendo vendidos por meio de outras exchanges.

As declarações de Lyu indicam que a maior parte dos fundos foi finalmente recuperada. Quando descobriu o roubo, a exchange divulgou algumas carteiras para as quais os fundos foram desviados.

Essa atitude facilitou a recuperação, pois muitas exchanges bloquearam os endereços ou os colocaram em suas listas de endereços suspeitos.

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