Fundos de cripto da QR Asset desvalorizam em setembro; ano continua em alta

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Os Fundo de BTC da QR Asset seguiram o movimento do mercado cripto e desvalorizaram em setembro. O resultado do ano, entretanto, continua positivo.

A pressão causada pela queda do Bitcoin, ocorrida no dia 7 de setembro, criou um movimento de baixa que arrastou consigo o mercado de criptomoedas, incluindo diversos fundos com exposição a ativos cripto.

O QR Blockchain Assets caiu 7,13% durante o mês, enquanto o QR BTC Max baixou 1,86%. Já os fundos em parceria com a Vitreo, o VTR QR Cripto e o VTR QR DeFi, despencaram 3,09% e 17,15%, respectivamente. O par BTC/BRL, por sua vez, caiu 4,36% em setembro.

Apesar do péssimo desempenho no mês, o rendimento continua positivo no acumulado anual. O QR Blockchain Assets, o QR BTC Max e o VTR QR Cripto cresceram 92,75%, 59,43% e 88,8%, respectivamente. Nesse período, o BTC/BRL cresceu 57,21%.

A unica exceção é o VTR QR DeFi, que caiu 37,66%. Um dos motivos que influenciam nesta discrepância é que o fundo estreou no dia 31 de março, tarde demais para acompanhar o movimento altista do início de 201 e que levou o BTC a sua máxima histórica de US$ 61.000.

Diferenças do mercado à vista

A grande vantagem dos fundos de investimento é que eles atuam como intermediários para pessoas comuns que não sabem como fazer para interagir com os mercados de criptomoedas.

Uma das diferenças é que o fundo conta com profissionais que analisam constantemente o comportamento do mercado e podem agir de acordo com os sinais. Isto significa que o sistema possui medidas de segurança para controlar quedas, minimizando as perdas dos investidores.

Em contrapartida, essas vantagens possuem um custo de manutenção, o que pode significar um rendimento menor quando comparado ao mercado à vista.

O gestor de fundos da QR Asset, Theodoro Fleury explica:

“Mesmo alguns ativos tendo ficado no negativo em setembro, o nosso fundo tem os melhores indicadores com uma métrica muito avaliada por clientes experientes que estão de olho. Tanto que no ano, nosso rendimento está bem superior ao do Bitcoin . É quase o dobro.”

QR Asset investe no mercado cripto

O Fundo tem um histórico de sucesso. Foi o primeiro da América Latina a ser 100% exposto ao Ethereum. Gerenciado pela QR Asset Management, o QETH11 foi listado na B3 e está disponível para investidores de todo o país, que podem comprar a criptomoeda na Bolsa brasileira com acesso à custódia institucional, liquidez diária e sem preocupação com chaves privadas.

Segundo a QR Asset Managment, o QETH11 é o primeiro ETF da América Latina com 100% de exposição ao Ether. O lançamento foi considerado um momento histórico no mercado brasileiro, no qual o segundo maior criptoativo do mundo se torna acessível por meio do mercado regulado.

Para a corretora, o ETF faz com que “o Brasil saia na frente dos Estados Unidos novamente, juntando-se ao Canadá na corrida dos ETFs de criptoativo”. O CEO da QR Capital, Fernando Carvalho, acredita que a presença de um ETF de Ethereum na B3 é importante porque:

“Com ETFs dos dois principais ativos digitais do mercado na B3, o investidor ganha autonomia para elaborar sua própria estratégia, o que se alinha com o objetivo da QR Capital de oferecer opções robustas para que o investidor possa entrar no mercado cripto de forma segura, simplificada e com total autonomia para montar sua própria carteira”.

Carvalho acrescenta que o “Ether é um ativo já consolidado e que, como o Bitcoin, tem um histórico mais longo, bons casos de uso como as finanças descentralizadas (DeFi), tornando-se um excelente ativo para reforçar a diversificação de carteiras de investimentos”. As duas criptomoedas juntas, ele lembra, possuem valor de mercado de mais de US$ 1 trilhão.

 

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