Bitcoin tem 2 testes para se firmar no mercado, declara Forbes

Bitcoin tem 2 testes para se firmar no mercado, declara Forbes

O preço do Bitcoin (BTC) está passando por um período de valorização.

Atualmente, a criptomoeda está cotada em R$ 77.783, com uma valorização semanal de 8%, de acordo com o TradingView.

No entanto, isso não é o suficiente para consolidar o Bitcoin, de acordo com a análise da Forbes.

Para isso, ainda é necessário superar dois testes, na visão dos especialistas do mercado.

Bitcoin precisa quebrar recorde histórico de preço

Na visão de Oliver Renick, colunista da Forbes, é imprescindível que o BTC bata o seu recorde de preço estabelecido em dezembro de 2017:

“Primeiro, o BTC precisa de um novo recorde. Sejamos verdadeiros: vários de investidores do BTC estão nisso para fazer dinheiro. Eles pregam do ‘topo das montanhas’ que nunca vão vender as suas reservas; no entanto, quando as coisas ficaram difíceis, várias baleias despejaram BTC no mercado.”

Dessa maneira, Renick aponta para o fato de que o BTC jamais alcançou a alta de 2017.

Para ele, isso não atrai os novos investidores que estão interessados em fazer fortunas com a criptomoeda.

Criptomoeda deve superar o título de “ativo de risco”

Além de superar a alta, o Bitcoin deve afastar a sua imagem de ativo de risco, na opinião de Renick:

“Segundo, e mais importante, o Bitcoin tem que provar que não é mais um entre vários ativos de risco. Superar a Nasdaq é um bom começo, mas o teste real será o seguinte: se o BTC vai conseguir sobreviver quando o mercado de ações despencar entre 20% a 30%. Afinal de contas, o Bitcoin continua seguindo a tendência da Nasdaq. […] Não temos ideia de qual será o papel do Bitcoin numa queda das ações de tecnologia.”

Na sequência, o especialista aponta que o distanciamento do mercado de ações leva o Bitcoin a valorizar contra o dólar.

No Brasil, Bitcoin segue batendo os outros ativos

Nesta quinta-feira (29), o Bitcoin está superando as perdas do dia anterior e alcança os US$ 13.477 (R$ 77.783).

Porém, o criptoativo ainda está distante do seu recorde histórico de aproximadamente US$ 20 mil.

Por outro lado, no Brasil, a situação muda: o Bitcoin já bateu o recorde histórico de 2017 devido à desvalorização do Real.

Assim, o Bitcoin se torna uma opção interessante de investimento para os brasileiros, à medida que o dólar aumenta e o mercado de ações sofre com o receio da Covid-19.

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